- Em casa, no campo, na praia ou em viagem, procure refazer energias físicas e anímicas, esquecendo ocupações e preocupações rotineiras do dia a dia.

- Reencontre-se consigo mesmo em ambiente de tranquilidade exterior e interrogue-se seriamente sobre o sentido da vida, questionando-se nomeadamente sobre questões existenciais como estas: Quem sou? Donde venho? Para onde vou? Que lugar ocupa na minha vida Deus, a família, os outros, nomeadamente aqueles com que me cruzo todos os dias e que são o meu próximo?

- Se é crente, não deixe em férias a sua fé. Participe na Missa aos domingos, faça oração pessoal e silenciosa, numa igreja ou contemplando a imensidão do mar, e beleza da paisagem à sua volta, o curso suave ou ruidoso dos rios, a bondade, a simplicidade, o espírito de serviço de tantas pessoas que convivem consigo.

- Respeite-se a si, respeite os outros, mesmo os que não conhece ou têm ideias diferentes das suas, respeite e defenda o meio ambiente a “casa comum” deste mundo em que habitamos, como recomenda tantas vezes o grande profeta dos nossos dias, que é o Papa Francisco.

- Dedique algum tempo à leitura de um livro de formação religiosa, na certeza de que ler e pensar é também repousante e uma forma concreta de preencher e enriquecer o tempo de férias.

- Boas férias para o corpo e para o espírito e que Deus o acompanhe sempre no trabalho e no lazer.

- Revigorado no corpo e no espírito depois de alguns dias de férias, retome o ritmo normal da vida diária com alegria, com otimismo, com espírito de serviço, lembrando-se de que ninguém faz falta mas que todos fazemos falta no mundo.

Alberto Batista in Notícias de Beja, 19 julho de 2018


 

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